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Save water, drink blood.



"Livros, pra mim, são parentes de primeiro grau, amigos de infância, pessoas queridas. Graças a eles, raras vezes na vida senti solidão. E ouso afirmar que, hoje, são minha companhia preferida." (Leila Ferreira)
É impossível ser sereno, contido e paciente vinte e quatro horas por dia. Mas é preciso fazer algumas escolhas. Agora, eu penso assim: isso vale uma marquinha de expressão? Isso vale uma noite de insônia? Isso vale a minha paz? Não, então tchau. Entende? A gente que escolhe o que vai ficar na cabeça. O que está ao meu alcance, o que depende de mim eu posso fazer. Mas o que depende dos outros, bom, aí é com eles. Não posso me estressar por outra pessoa. Mesmo porque já tenho minhas preocupações constantes. Bem que eu queria ter o poder de esvaziar a mente. Se algum dia isso acontecer, pode deixar, te explico direitinho como funciona. Por enquanto, vamos tentar desperdiçar energia no que realmente vale a pena. O resto é só o resto. Clarissa Corrêa (via efeitosdomundo) Thursday Apr 4 @ 08:48am
Monday Apr 4 @ 06:18pm
tattoolit:

"Sometimes you just have to pee in the sink."-Charles Bukowski 

tattoolit:

"Sometimes you just have to pee in the sink."-Charles Bukowski 

Friday Apr 4 @ 12:26pm
I always believed that whatever had to be written would somehow get itself written. Seamus Heaney (via nprfreshair) Friday Apr 4 @ 12:22pm

hazelsgracer:

Theo James | Bello Magazine

Monday Mar 3 @ 08:43pm
Preciso de alguém, e é tão urgente o que digo. Perdoem excessivas, obscenas carências, pieguices, subjetivismos, mas preciso tanto e tanto. Perdoem a bandeira desfraldada, mas é assim que as coisas são-estão dentro-fora de mim: secas. Tão só nesta hora tardia - eu, patético detrito pós-moderno com resquícios de Werther e farrapos de versos de Jim Morrison, Abaporu heavy-metal -, só sei falar dessas ausências que ressecam as palmas das mãos de carícias não dadas.
Preciso de alguém que tenha ouvidos para ouvir, porque são tantas histórias a contar. Que tenha boca para, porque são tantas histórias para ouvir, meu amor. E um grande silêncio desnecessário de palavras. Para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver. Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como - eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da conha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão.
No meio da fome, do comício, da crise, no meio do vírus, da noite e do deserto - preciso de alguém para dividir comigo esta sede. Para olhar seus olhos que não adivinho castanhos nem verdes nem azuis e dizer assim: que longa e áspera sede, meu amor. Que vontade, que vontade enorme de dizer outra vez meu amor, depois de tanto tempo e tanto medo. Que vontade escapista e burra de encontrar noutro olhar que não o meu próprio - tão cansado, tão causado - qualquer coisa vasta e abstrata quanto, digamos assim, um Caminho. Esse, simples mas proibido agora: o de tocar no outro. Querer um futuro só porque você estará lá, meu amor. O caminho de encontrar num outro humano o mais humilde de nós. Então direi da boca luminosa de ilusão: te amo tanto. E te beijarei fundo molhado, em puro engano de instantes enganosos transitórios - que importa?
Mas finjo de adulto, digo coisas falsamente sábias, faço caras sérias, responsáveis. Engano, mistifico. Disfarço esta sede de ti, meu amor que nunca veio - viria? virá? - e minto não, já não preciso.)
Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. Preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão. Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus. Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço.
Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas cairem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã.

Meu nome é Caio F.
Moro no segundo andar,
mas nunca encontrei você na escada.     

(via vislumbro) Monday Mar 3 @ 07:07pm
Francamente, teu silêncio me dá nos nervos, mas tudo bem. Caio Fernando Abreu (via faz-sonhar) Monday Mar 3 @ 06:58pm

Tuesday Mar 3 @ 11:13pm
tattoolit:


A reminder to myself to continue searching for what makes me happy, and to live life with conviction:
“My dear,Find what you love and let it kill you.Let it drain you of your all. Let it cling onto your back and weigh you down into eventual nothingness.Let it kill you and let it devour your remains.For all things will kill you, both slowly and fastly, but it’s much better to be killed by a lover.~ Falsely yours”
 ― Charles Bukowski

tattoolit:

A reminder to myself to continue searching for what makes me happy, and to live life with conviction:

“My dear,
Find what you love and let it kill you.
Let it drain you of your all. Let it cling onto your back and weigh you down into eventual nothingness.
Let it kill you and let it devour your remains.
For all things will kill you, both slowly and fastly, but it’s much better to be killed by a lover.
~ Falsely yours”


Charles Bukowski
Saturday Mar 3 @ 08:27am
tattoolit:

"I fell in love the way you fall asleep: slowly, and then all at once.”
― John Green, The Fault in Our Stars

tattoolit:

"I fell in love the way you fall asleep: slowly, and then all at once.”

― John GreenThe Fault in Our Stars

Saturday Mar 3 @ 08:26am
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